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A batalha entre Paula Ribas (PSB) e a justiça parece estar longe do fim. Na noite desta segunda-feira (27), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou mais um pedido de liminar para que a prefeita eleita volte ao cargo do município. Com a decisão negada, Dalete de Oliveira (PCdoB), vice na chapa eleita, segue como prefeita interina. 

A decisão de não aceitar o pedido foi baseada na tese de que, se a pessebista voltar ao cargo, pode ser atrapalhar as investigações, algo já alegado nas medidas cautelares apontadas. Ela é acusada de ter praticado 27 crimes na administração pública durante sua gestão.

O Ministério Público requereu a suspensão do exercício de prefeita de Cajamar em 24 de outubro de 2017, substituindo sua prisão preventiva, sem corte de seu salário mensal, de R$ 25 mil reais.

Seu esposo, o Toninho Ribas, teria, segundo as acusações, passado a ser considerado como o verdadeiro prefeito do município, frequentando normalmente a repartição, realizando reuniões, determinando a expedição de atos administrativos, praticando ingerências e controlando as votações do Poder Legislativo, convocando a atuação da polícia local e decidindo acerca de contratações e provimentos de cargos públicos. Ele ficou preso de abril à novembro de 2017 na penitenciária de Tremembé (SP), acusado pela pratica dos crimes previstos no artigo nº 288, artigo nº 333 e no artigo nº 328, por 27 vezes.

A Justiça também havia prendido no mesmo dia o filho da prefeita Paula Ribas e de Toninho, Kauê Ribas, mas o Juiz Clóvis Elias, de Cajamar, concedeu a soltura no começo de maio de 2017.


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