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O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) manteve nesta sexta-feira (19) a prisão preventiva proposta pelo Ministério Público contra o ex-prefeito de Cajamar, Antônio Oliveira Ribas de Andrade, mais conhecido como Toninho Ribas. Marido da Paula, prefeita em exercício, Toninho é acusado por suposta entrega de cargos comissionados a vereadores e seus familiares, inauguração de obras inacabadas, favorecimento na presidência do Legislativo e pagamento de votos em troca de tratamentos dentários. Além disto, ele é denunciado pela pratica dos crimes previstos no artigo 288, artigo 333 e no artigo 328, por 27 vezes.

O ex-prefeito está preso desde o último dia 27 e deve continuar até o julgamento do habeas corpus. Ele já teve três liminares para sua soltura negada.

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A Justiça também havia prendido no mesmo dia o filho da prefeita Paula Ribas e de Toninho, Kauê Ribas, mas o Juiz Clóvis Elias concedeu a soltura no começo do mês, dia 2.

O caso

O juiz Clóvis Elias Thamê, da 2ª Vara Criminal de Jundiaí, entendeu que o Ministério Público tinha indícios suficientes para pedir a prisão preventiva dos investigados e assim evitar a destruição de provas de crimes contra a administração pública e a pratica de novas infrações.

A Justiça vai agora atrás de documentos que comprovam operações ilegais na Prefeitura de Cajamar. O processo corre em segredo de Justiça e fontes garantem que a ordem de prisão ocorreu após grampos telefônicos nas linhas utilizadas pela família de Toninho Ribas. Além disto, a Policia Federal tem colaborado com as operações da Justiça.


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