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A Justiça negou liminar (decisão urgente e provisória) que pedia a soltura do ex-prefeito de Cajamar, Antônio Carlos Oliveira Ribas de Andrade, mais conhecido como Toninho Ribas, que encontra-se há quase uma semana preso preventivamente em um processo movido pelo Ministério Público do Estado (MP-SP) por suposta entrega de cargos comissionados a vereadores e seus familiares, inauguração de obras inacabadas, favorecimento na presidência do Legislativo e pagamento de votos em troca de tratamentos dentários.

O juiz da 2ª Vara Criminal de Jundiaí, Clóvis Elias Thamê, entendeu que o Ministério Público tinha indícios suficientes para pedir a prisão preventiva dos investigados, e assim evitar a destruição de provas de crimes contra a administração pública e a pratica de novas infrações.

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Ontem (02), o juiz Clóvis Thamê mandou soltar Kauê Polotto Ribas de Andrade, filho de Toninho Ribas e da atual prefeita de Cajamar, que foi preso pelo mesmo motivo no dia 27 de abril por determinação do próprio juiz, uma vez que tratava-se de prisão temporária.

A liminar que foi negada na tarde desta quarta-feira (03), pela Procuradoria de Justiça de São Paulo menciona que “aos pacientes a autoria de crimes gravíssimos, associação criminosa, usurpação de função pública e corrupção ativa, por vinte e sete vezes (paciente Antônio Carlos) e associação criminosa (paciente Kauê Polotto), espécies de crimes que vêm intranquilizando a sociedade, gerando clamor público, estando o Estado de São Paulo infestado”. O processo corre em segredo de Justiça e a Policia Federal tem colaborado com as operações da Justiça.


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