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A partir de março, trabalhadores poderão sacar os recursos de contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A expectativa é de que a medida injete mais de R$ 40 bilhões na economia. Antes de retirar o dinheiro, no entanto, o trabalhador precisa planejar o que fazer.

Se a pessoa tiver dívidas, o ideal é quitar os valores das dívidas, o que gera duas consequências positivas: menor comprometimento da renda, ou seja, vai sobrar dinheiro para fazer mais coisas. Depois, vai se livrar dos juros.

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O melhor para o bolso é se livrar das faturas, principalmente das que cobram juros. Se sobrar algum dinheiro, o trabalhador pode poupar. Além da tradicional caderneta, o mercado financeiro oferece uma série de opções que podem ser interessantes, até mais vantajosas que a poupança.

Comparação

Na dúvida entre quitar uma operação de crédito ou investir o dinheiro em uma aplicação financeira, o trabalhador precisa comparar as taxas para fazer um bom negócio. Se os juros que serão obtidos no investimento forem muito maiores que os pagos na operação de crédito, vale a pena aplicar o dinheiro.

No entanto, se as taxas cobradas no empréstimo ou financiamento forem maiores que os da aplicação, o melhor é quitar a fatura. Com as taxas cobradas atualmente em financiamentos e empréstimos, é quase impossível ao consumidor encontrar uma aplicação financeira que valha a pena frente a se livrar dos juros.


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