DF - IMPEACHMENT/CÂMARA/VOTAÇÃO - POLÍTICA - O deputado Waldir Maranhão (PP-MA)(d) vota não ao impeachment, tendo ao lado o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ)(e), durante sessão para votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no plenário da Casa, em Brasília, na tarde deste domingo, 17. 17/04/2016 - Foto: ANDRÉ DUSEK/ESTADÃO CONTEÚDO

Segundo doleiro, o deputado Waldir Maranhão (PP-MA) recebeu propina

Da Redação eCAJAMAR, com agências – redacao@ecajamar.com.br – WhatsApp (11) 99901-5431

Com o afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o posto será ocupado pelo primeiro vice-presidente da Casa, Waldir Maranhão (PP-MA).

O parlamentar é um dos 32 políticos do PP (Partido Progressista) citados na Operação Lava Jato e é alvo de um inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal) – em depoimento, o doleiro Alberto Yousseff afirmou  que o pepista foi um dos políticos que receberam propina através da empresa GFD.

Maranhão está no terceiro mandato consecutivo como deputado federal, sendo que já passou por outros três partidos (PDT, PSB e PTB).

Médico veterinário por formação, ele já atuou na oposição durante o governo Lula, quando foi vice-líder do bloco, em 2008.

Em 2011, ainda na gestão do ex-presidente, Maranhão foi nomeado vice-líder do governo, cargo que também ocupou no primeiro mandato de Dilma Rousseff.

Em fevereiro do ano passado, ele foi eleito vice-presidente da Câmara na chapa de Eduardo Cunha.

Agora, Maranhão possivelmente terá que decidir se segue o regimento do Câmara e convoca novas eleições para Presidência da Casa em até cinco sessões ou se aguarda o Supremo julgar o mérito e definir se Eduardo Cunha perde definitivamente o mandato.


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