Ney Santos afirma que se ele for obrigado a deixar o cargo irá “montar uma barraca na praça e continuar atendendo as demandas do nosso povo

Da Redação eCAJAMAR, com imprensa regional – redacao@ecajamar.com.br

REGIÃO: O presidente da Câmara Municipal de Embu das Artes, vereador Ney Santos, enviou nota oficial para a imprensa sobre a decisão da justiça que o afastou na última terça-feira do cargo. Segundo a nota, a Câmara Municipal não foi notificada até o momento e ele deverá presidir a sessão desta quarta-feira, dia 30.

O vereador disse que recebeu a notícia que a liminar que o mantinha no cargo havia sido cassada pelo TRE com “tranquilidade” e que sua defesa “vai recorrer”. Ney Santos ainda disse que “Estou sendo julgado por fazer o bem ao próximo, em um processo que o PT abriu contra nós e a acusação aponta que tive favorecimento de votos, por intermédio de evento beneficente na ONG Vida Feliz”.

Ney Santos afirma que se ele for obrigado a deixar o cargo irá “montar uma barraca na praça e continuar atendendo as demandas do nosso povo. Quem quer fazer pelo povo não precisa de mandato político”. O vereador disse também que a sua Ong faz o que o poder público “deveria fazer, mas não faz”.

Estou tranquilo em saber que minha acusação não é de corrupção, desvio de dinheiro público e também não me deixa inelegível para disputar as eleições municipais deste ano. Nosso projeto continua e ninguém pode parar o sonho de um homem.

“São denúncias e mais denúncias de desvios de verbas públicas que poderiam ir para a saúde do nosso povo, mas está indo para o bolso dos políticos corruptos, deste que é o partido [PT] mais corrupto da história política do nosso país”. Ney ainda afirma que “o Partido dos Trabalhadores, que tem sucateado a saúde do nosso país, me processa por apoiar uma ação social que leva saúde para os mais carentes”.

Sobre a questão jurídica da decisão do TRE, o advogado Joel Matos, que defende Ney Santos, disse que “o que o Tribunal julgou hoje a tarde não foi um novo processo de cassação, tão pouco o cassou novamente, o que o Tribunal fez foi apenas aclarar alguns pontos que estavam obscuros, algumas omissões que continham na sentença como a completa inexistência qualquer menção por parte do relator das mais de quase dez testemunhas que estiveram no caso, que negaram a ocorrência de qualquer ilicitude nos eventos da ONG”.


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